fbpx
Saulo Malbar
E-mail: saulomalbar@gmail.com

Doenças na gengiva aumentam o risco de hipertensão. Confira este e outros destaques

Doenças na gengiva aumentam o risco de hipertensão

Uma pesquisa divulgada pela Revista American Heart Association mostrou que adultos com doenças periodontais, ou seja, inflamação na gengiva, têm risco aumentado para desenvolver hipertensão.

Por isso, no dia em que é comemorado o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, Marcia Gabriella Barros Mule, especialista em radiologia odontológica e em saúde pública faz um alerta para os cuidados com a saúde bucal.

“A placa bacteriana presente na periodontite, entra na corrente sanguínea, causando a diminuição ou até mesmo interrompendo a passagem do sangue das artérias, colocando o paciente em risco de ataque cardíaco e derrame.”

A doença periodontal atinge mais de 50% da população mundial e, entre idosos o percentual passa de 60%. Sintomas como gengivas inchadas e doloridas, que sangram durante a escovação, dentes amolecidos, são características que devem ser observadas e merecem atenção.


Aluna de medicina está na equipe premiada por projeto inovador  

Júlia Demuner Pimentel, estudante de medicina da UVV, está entre os integrantes da equipe vencedora do Hack Brazil 2021, premiação para startups que resolvam grandes problemas brasileiros através de ideias inovadoras e empreendedoras. A aluna é um, dos quatro fundadores, da austic, startup de tecnologia assistiva contemplada com o primeiro lugar na competição, onde a missão é garantir qualidade de vida ao Autista por meio do cancelamento de ruídos que causam hipersensibilidade auditiva através de um fone de ouvido.  


Uma das principais queixas de quem teve Covid-19 e se recuperou é a queda excessiva de cabelos. Camila Zanoni, terapeuta capilar e tricologista explica que o processo acontece porque a doença tem efeitos inflamatórios muito intensos, isso interfere no ciclo capilar, provocando o chamado eflúvio telógeno ou alopecia areata. Camila lembra que a queda de cabelo geralmente ocorre 2 ou 3 meses após evento desencadeante e o período de queda pode se manter por 3 a 6 meses, de intensidade variada. “A perda dos fios atinge aproximadamente um terço dos indivíduos que receberam o diagnóstico de Covid-19, seja após quadros graves, leves ou mesmo assintomáticos da doença. Pensando nesse público, desenvolvi um protocolo que inclui cuidados com o couro cabeludo e terapia sistêmica pós infecção.”

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

%d blogueiros gostam disto: