Após saída de empresa norte-americana de Porto de Itaipava, negociações com interessadas não evoluem durante a pandemia

A estimativa inicial era que fossem criadas cerca de 1,5 mil vagas de trabalho

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Foto: Divulgação

A empresa norte-americana Edison Chouest Offshore (ECO) deixou a possibilidade de estabelecer uma base no Porto de Itaipava, em Itapemirim, no Sul do Estado, há mais de um ano, e se instalou no Porto do Açú, em São João da Barra, Rio de Janeiro. Desde então, como impacto da pandemia, negociações para a ocupação do lugar deixado pela ECO não tiveram prosseguimento.

A estimativa inicial era que fossem criadas cerca de 1,5 mil vagas de trabalho.

De acordo com o deputado estadual Theodorico Ferraço (DEM), envolvido no tema, houve contatos com empresas da Holanda, China e uma do Espírito Santo, mas sem avanços, por conta de incertezas causadas pela crise sanitária.

O político afirmou que não houve comprometimento por parte do Estado e do município para que a empresa norte-americana se consolidasse no Porto. Um dos motivos, ele apontou, foi o atraso da obra do Contorno Rodoviário de Itaipava, entregue em agosto de 2018. Segundo Ferraço, ainda faltavam licenças ambientais, assim como a criação de um sistema de abastecimento de água, para atender ao projeto da ECO.

Ele quer que a ECO venda o projeto que construiu para auxiliar a instalação de outra empresa no local no futuro.

Prefeita de Itapemirim quando ocorreram as manifestações de interesse da Edison Chouest Offshore, a deputada federal Norma Ayub (DEM), afirmou que deixou um cenário positivo para que a empresa construir a base de apoio.

Lamentamos profundamente a falta de visão e planejamento dos gestores, municipal e estadual, pela demonstração de descaso com a maior oportunidade de investimento que Itapemirim já teve. Fizemos a nossa parte, enquanto Prefeita, oportunizando um cenário positivo para atrair este investimento. A omissão dos gestores públicos que vieram depois fecharam as portas para o desenvolvimento econômico e social para toda região sul“, comenta Norma, em nota.

 

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