Ministério Público acusa Majeski (PSB) de enriquecimento ilícito por uso de assessor como advogado

O motivo seria o uso de um dos seus assessores de gabinete, que é advogado, para atuar em processos pessoais do parlamentar.

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Foto: Ellen Campanharo/Ales

O deputado estadual Sergio Majeski (PSB), virou réu em uma ação de improbidade administrativa do Ministério Público do Espírito Santo (MPES). As informações foram publicadas primeiramente pelo jornal A Gazeta, onde foi explicado que o motivo seria o uso de um dos seus assessores de gabinete, que é advogado, para atuar em processos pessoais do parlamentar.

Rafael Carvalho Junqueira, que também é réu no processo, trabalhava como técnico sênior no gabinete de Majeski. No último dia 2 de fevereiro, foi exonerado do cargo. Rafael, por decisão judicial, estava impedido de atuar como advogado enquanto estivesse trabalhando junto com o deputado.

A denúncia do Ministério Público foi acolhida pela juíza da 4ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Heloísa Cariello. Procurado pela equipe do Movimento Online, o deputado Sérgio Majeski disse:

“Informamos que o recebimento da inicial se dá como formalidade na qual o Juízo concede ao Ministério Público o direito de provar suas alegações. Não há juízo de culpabilidade nesta fase”, disse por meio de nota. 

 

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