Casagrande tem encontro com presidente do Senado para tratar sobre aquisição de vacinas

O objetivo é a aquisição de doses, por meio do Fórum dos Governadores, para acelerar o Plano Nacional de Imunização

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Foto: Divulgação Governo do ES

Um encontro entre o governador Renato Casagrande (PSB) e o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, aconteceu na manhã desta segunda-feira (22), em Brasília (DF). O encontro tratou dos esforços coletivos para aquisição de novas doses da vacina contra o novo Coronavírus (Covid-19) e também sobre investimentos na malha ferroviária do Estado.

Os senadores capixabas Rose de Freitas (MDB) e Fabiano Contarato (Rede) estiveram presentes e acompanharam a reunião. De acordo com Casagrande, o objetivo da reunião foi somar esforços para a aquisição de doses, por meio do Fórum dos Governadores, para acelerar o Plano Nacional de Imunização.

“O presidente Rodrigo Pacheco está muito envolvido no cronograma das vacinas, está ouvindo e tentando ajudar. O debate que estamos fazendo no Fórum dos Governadores é de ajudar, pois muitos governadores têm interesses em adquirir vacinas e colocar essas doses no PNI. O Governo Federal e o Ministério da Saúde querem que o PNI seja controlado por eles e não nos opomos a isso”, relatou Casagrande.

 Corredor Centro-Leste

Ainda na reunião, o governador e os senadores capixabas trataram sobre o Corredor Centro-Leste, uma demanda importante para o Espírito Santo, que teria sua malha ferroviária interligada com o restante do País, caso sejam realizados investimentos com a renovação da outorga da Ferrovia Centro Atlântica (FCA).

“Está em discussão a renovação da outorga da Ferrovia Centro Atlântica. É a maior malha ferroviária do Brasil e que faz a conexão do corredor Centro-Leste. Temos interesse em investimentos importantes para Goiás e, em especial, Espírito Santo e Minas Gerais, para que não fiquemos isolados da malha ferroviária nacional. Rodrigo Pacheco é mineiro, conhece bem nossa pauta e queremos que parte dos recursos da outorga seja alocada para fechar esses gargalos, aumentando assim a competitividade da ferrovia”, comentou Casagrande.

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