Preso em Linhares homem que estuprou duas filhas e três sobrinhas

Os crimes ocorreram em épocas diferentes, entre os anos de 2005 e 2020, sempre na cidade de Linhares

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Foto: Reprodução

Um homem de 52 anos suspeito de estuprar as duas filhas e três sobrinhas foi preso na última segunda-feira (23) em Linhares. A prisão foi realizada por uma equipe da Delegacia Especializada de Proteção à Criança, ao Adolescente e ao Idoso (DPCAI) com o apoio da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) do município.

Os crimes ocorreram em épocas diferentes, entre os anos de 2005 e 2020, sempre na cidade de Linhares, sendo a vítima mais recente uma sobrinha, de sete anos. De acordo com a delegada Silvana Soeiro, titular da DPCAI de Linhares, a vítima estaria conversando com uma colega da escola pelo Whatsap, e contou que teria sido abusada.

“Essa colega então questionou se ela já havia contado para a mãe ou para o pai sobre a violência sofrida. A mãe da menina, monitorando o celular, viu a conversa e questionou à filha sobre o que estava acontecendo. Ao tomar conhecimento dos fatos, trouxe o caso à Polícia Civil”, explicou a delegada.

A criança foi examinada no Serviço Médico Legal (SML) de Linhares e o laudo comprovou o estupro, com o rompimento do hímen. Cerca de um mês depois, a irmã dela, atualmente com 18 anos, procurou a delegacia, informando que também foi violentada quando tinha entre 12 e 13 anos de idade.

Mais denúncias

Após a nova denúncia, duas filhas do investigado, que hoje são adultas, compareceram à DPCAI relatando que também sofreram os mesmos abusos quando tinham cerca de dez anos de idade. Na semana passada, a última vítima, mais uma sobrinha, apresentou o mesmo relato. Até então, as vítimas não sabiam que as familiares também tinham sido violentadas.

“Ele é aquele tipo de tio maravilhoso que as crianças gostavam, elas mesmas relataram isso. Ele dava doces, se passava por uma pessoa boa, mas se aproveitava dessa aproximação para levar as meninas para locais afastados de outras pessoas e praticar atos criminosos. Ele tocava as partes íntimas, introduzia dedos e chegou à conjunção carnal”, relatou a delegada

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