Atividade econômica brasileira recua 10,94% no segundo trimestre, aponta IBC-Br

Na comparação entre o segundo trimestre deste ano e igual período de 2019, a queda chegou a ser de 12,03%

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Edifício-sede do Banco Central em Brasília. Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Em meio à pandemia da Covid-19, a economia brasileira apresentou retração de 10,94% no segundo trimestre deste ano, comparado ao período anterior. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta sexta-feira (14).

Na comparação entre o segundo trimestre deste ano e igual período de 2019, a queda chegou a 12,03%.

No primeiro semestre, a queda do IBC-Br ficou em 6,28%. Em 12 meses encerrados em junho, o recuo da atividade econômica foi de 2,55%.

Em junho, comparado a maio deste ano, o índice registrou crescimento de 4,89% (dado dessazonalizado). Na comparação com junho de 2019, houve queda de 7,05%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

No entanto, o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o mercado financeiro, o PIB deve registrar queda de 5,62% neste ano. Na avaliação do governo, a retração será de 4,7%. E o BC prevê recuo de 6,4%, segundo o último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado em junho.

*Por Agência Brasil

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