Polícia Civil doa 47 caixas de óleo que foram recuperadas após furto em Guarapari

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Foto: Divulgação PC

A Polícia Civil (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Crimes Contra Transportes de Cargas (DECCTC), vai doar 47 caixas de óleo de cozinha compradas ilegalmente e que foram recuperados em maio, em uma churrascaria em Guarapari. A entrega simbólica dos materiais foi realizada nesta quinta-feira (13).

Foram beneficiadas a Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil (Acacci); a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Vitória (Apae); a Sociedade de Assistência à Velhice Desamparada (Asilo de Idosos de Vitória); o Abrigo à Velhice Desamparada Auta Loureiro Machado (Avedalma) e a Obra Social Cristo Rei, que receberam 160 frascos cada. Para a Associação Mãe Creche Shirley Alegria e Ações Sociais (Promacre) foram doados 75 frascos e a Igreja do Evangelho Quadrangular recebeu 71 frascos que irão compor cestas básicas.

“Os delegados da Delegacia Especializada de Crimes Contra Transportes de Cargas se sensibilizaram e tiveram a ideia de contemplar entidades que atuam na filantropia e ajudam o próximo. Acreditamos que essa doação irá ajudar essas instituições nesse momento delicado que estamos vivendo”, destacou o delegado-geral da PCES, José Darcy Arruda.

O responsável pela apreensão, delegado Gianno Trindade, explicou que as vítimas do furto foram procuradas para a devolução da carga, mas o proprietário e a transportadora foram ressarcidos pelo seguro e o material foi encaminhado à Justiça.

O crime

Os 946 frascos de óleo de cozinha foram apreendidos no dia 12 de maio, em uma churrascaria na BR-101, em Guarapari. Segundo o responsável pelo caso, delegado Gianno Trindade, o material vinha de Campo Mourão, no Paraná, com destino ao município de Serra, mas foi furtado no dia 25 de fevereiro, em Guarapari.

Na ocasião, um homem de 49 anos, gerente da churrascaria foi preso, por ser o responsável por comprar a carga recuperada e não ter a nota fiscal para comprovar a compra das caixas de óleo. Ele foi preso, em flagrante, por receptação qualificada no exercício da atividade comercial.

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