Saiba como a PC trata o homicídio de Fernando Cabeção e o que se sabe sobre o crime

Até o momento ninguém foi preso pelo crime; a Polícia Civil informou qual a linha de investigação, mas não descartou nenhuma possibilidade

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Montagem: Internauta e Reprodução/Internet
Fernando de Oliveira Reis, o Fernando Cabeção, de 42 anos, foi executado com 12 disparos de arma de fogo, na tarde do último domingo (30). O crime ocorreu em plena luz do dia na subida da Terceira Ponte, no bairro Itapoã, em Vila Velha, e até o momento ninguém foi preso.
A BMW em que estava Fernando Cabeção, no banco do carona, e sua esposa foi fechada por criminosos em um semáforo na Avenida Carioca, próximo a um shopping center. Os criminosos estavam a bordo de uma motocicleta e de um veículo VW Voyage de cor prata e fugiram logo após o homicídio.
A vítima foi condenada por envolvimento na morte do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, em 2003, e é apontada ainda como uma das lideranças do tráfico de drogas no bairro Guaranhuns, no município canela-verde.

Como a polícia trata o caso? 

A Polícia Civil  informou que as diligências começaram logo após o fato e a equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha recolheu provas para a apuração do caso.
Os indícios do crime já apontavam desde o homicídio para uma execução. Fernando foi alvejado com 12 disparos e os criminosos não esboçaram nenhuma tentativa de roubo. No entanto, qual a motivação?

Alguns pontos podem ser destacados, como o possível envolvido em um crime horas antes da sua morte, também em Vila Velha, a chefia de uma facção criminosa no município e ainda a condenação no caso do juiz Alexandre.

Foto: Internauta
Para a Polícia Civil, trata-se de um crime de disputa pelo tráfico de drogas, mas nenhuma motivação é descartada. “O caso segue sendo investigado, diligências estão em andamento, porém mais informações não serão repassadas, no momento, para preservar o bom andamento das investigações”, disse em nota.
A equipe do delegado Tarik Souki, que chefia a DHPP de Vila Velha, conta com a colaboração da população via Disque-Denúncia 181. As informações são fundamentais para auxiliar a polícia e o anonimato é totalmente garantido. As informações ao DD ainda podem ser enviadas via redes sociais e pelo App 190 ES, gerando ainda mais discrição, visto que o cidadão não precisa telefonar para repassar as informações.

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