Campanha reaproxima de forma digital atletas de vôlei adaptado na pandemia

As atletas, atualmente, tem recebido vídeos para fazer exercícios físicos em cadeiras e camas

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Montagem de fotos: Reprodução

O distanciamento social, por conta da pandemia do coronavírus, afastou as atletas do vôlei adaptado da rotina usual de treinos e competições. Entre 55 e 79 anos, elas precisam ainda mais de cuidados porque fazem parte do grupo de risco da doença. Para terem um momento no dia de prática de atividades físicas, a técnica e orientadora física Katia Siquara, de 55 anos, estimula, mantém contato e faz uma campanha para mantê-las ativas.

Se anteriormente os encontros aconteciam na quadra ou na areia em alguns dias da semana, agora as trocas de mensagens e ligações são praticamente diárias. De acordo com a técnica, as atletas precisam se sentir motivadas e, muitas vezes, ter um ombro amigo.

Achei importante fazer o vídeo da campanha para elas não perderem o foco. Já vamos deixar de disputar campeonatos neste ano, não tem como fazer mais. Elas, nesta fase, têm amizades principalmente com as colegas do time. Algumas não têm família, moram sozinhas e precisam de companhia. Ofereço também suporte, caso precisem que eu compre algo para elas“.

Uma forma de unir um número maior de pessoas é em videochamadas. Quando as encontra, Siquara orienta para que as jogadoras tenham fé e acreditem em Deus para que os riscos da pandemia diminuam e tenha vacina para proteção.

O time, chamado Vôlei Top, já disputou torneios até mesmo fora do Estado, no ano passado. As atletas, atualmente, tem recebido vídeos para fazer exercícios em cadeiras e camas.

 

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