Covid-19: Casagrande quer que Rodrigo Maia coordene integração entre governadores e ministros

A afirmação foi realizada durante fala de Renato Casagrande no Fórum dos Governadores por videoconferência, na tarde desta quarta-feira (25)

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Foto: Reprodução

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, destacou em sua fala na reunião ordinária do Fórum dos Governadores, que está ocorrendo nesta quarta-feira (25) por videoconferência, pedindo para que o legislativo nacional se una ao chefes dos executivos estaduais.

Casagrande afirmou que será de extrema importância que, principalmente, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, com o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, atuem na coordenação de uma ação para união de governadores para dialogar com os ministros.

“Precisamos dessa ação conjunta para que a gente possa proteger vidas, dar assistência e saúde a quem precisa, daqui a pouco dar assistência social, dar assistência econômica para nossas empresas. Então, presidente Rodrigo Maia, mais uma vez a tarefa vai estar também nas suas mãos para que nós juntos possamos liderar este trabalho no país”, disse em sua fala.

Ainda durante sua fala, o governador do Estado também voltou a criticar o presidente da República, Jair Bolsonaro, questionando a falta de liderança neste momento difícil e o seu pronunciamento, taxada como “confronto”.

“A posição do presidente é uma posição que estabelece uma dificuldade em nosso trabalho. Estamos trabalhando em uma direção e o presidente menosprezou essa direção, que é orientada pelo ministério da Saúde, OMS [Organização Mundial de Saúde] e profissionais da área. […] Isso sempre é trabalhado como confronto, se fosse trabalhado em opção de mediar, seria ótimo”, afirmou.

Casagrande também destacou que na carta redigida após o Fórum dos Governadores deve constar em destaque ações na área de assistência social, garantindo proteção social aos mais pobres, mais humildes, desvalidos e desempregados.

Confira na íntegra o discurso: 

1 COMENTÁRIO

  1. Seria serviço para o senado, senão tomamos tinta. O ideal seria nossos federais investigar no bom sentido, o que estão fazendo aqui no es. Estão eles prestando bons serviços, afinal nos pagamos para isso. Cuidado os Estados falidos querem botar o prejuízo na conta dos Estados que não faliram

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